Parabenizo-me pelo que sou...depois interrogo-me...
interrogo minhas próprias idéias, meu ser
E alegro-me como uma criança,
Uma criança que não necessita crescer
que não usa fórmulas...
Nem tampouco depende de imagem
mas, simplesmente, é ela mesma.
Depois,me desfaço em questionamentos
E desperdiço ou absorvo, não sei, os momentos
para ir ao encontro real de mim mesma
Mistifico-me como pessoa, como pessoa adulta
E equilibrio-me ao máximo para não parecer hipócrita
ou para não ser vista como insegura...
Depois percebo-me de que ainda da inicio...
Inicio uma longa caminhada
ESTOU VIVA!
Liberdade que te quero muito...liberdade!
A liberdade de poder ser e não somente parecer...
Quem sou eu afinal?
Que me enlevo pela enxurrada de felicidade
E, depois desabafo pelos pingos de tristeza
que fugazmente se passam em minha vida?!
Necessito urgentemente conhecer-me...
Conheço-me, necessariamente, para aceitar-me
Aceito, desconhecendo-me...mas crendo
Crendo que me descobri em um dia...
em um dia que não seja mais preciso procurar-me.
(Ana Carmen Palheta Alves)
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